As empresas de transporte público da cidade de São Paulo registraram queda de movimento de 63,6% na última segunda-feira (29), entre as 14h e 16h, durante a partida entre Brasil e Japão, pela Copa do Mundo. Os dados são da Autopass, empresa de bilhetagem eletrônica.
Em todos os jogos da seleção no Mundial houve redução de venda de passagens, segundo a companhia, mas em nenhum foi tão acentuado quanto contra o Japão. Na estreia, diante do Marrocos, no último dia 13, foi de 44,9%. Contra o Haiti (19), chegou a 59,5%. No último confronto da fase de grupos, quando o adversário foi a Escócia (24), bateu em 61,9%.A comparação do confronto com o Japão foi feita em relação à venda de bilhetes na segunda-feira, entre 0h e 19h30. Os demais levaram em conta dados do mesmo dia na semana anterior.
Os horários de pico de utilização do transporte público na capital acompanharam o horário de cada jogo. Nos que foram disputados entre 19h e 21h, por exemplo, o maior fluxo aconteceu por volta das 17h. Diante do Japão, às 14h, a marca mais expressiva foi ao meio-dia.
Antes da partida contra a Escócia, São Paulo registrou 1.653 km de congestionamento, uma marca histórica atribuída à combinação de chuva, saída antecipada do trabalho e maior circulação de veículos particulares. Os dados de validações do transporte público acompanharam essa alteração na rotina da população.Entre os locais com maior movimentação durante os jogos estiveram os terminais de Brás, Santo André, Mauá, Osasco e Jabaquara, além das linhas 1-Azul, 10-Turquesa e 8-Diamante. O QR Code se manteve como uma das formas de validação mais utilizadas, com cerca de 500 mil registros no jogo contra o Haiti e mais de 320 mil no confronto com o Japão.















