O tribunal, que é de maioria conservadora, entendeu que as proibições estaduais em Idaho e na Virgínia Ocidental não violam a Constituição nem a lei federal conhecida como Title IX (Título IX), que proíbe a discriminação sexual na educação. Com isso, caíram decisões de tribunais inferiores que haviam dado razão a estudantes transgênero que contestavam essas proibições. O juiz conservador Brett Kavanaugh, relator da análise do tribunal, escreveu que "os estados podem manter os esportes femininos e para meninas reservados a pessoas do sexo biológico feminino". A decisão foi por unânime, por nove votos a zero. Ou seja, até os três juízes liberais votaram junto com os colegas conservadores. Em um post na rede Truth Social, pouco depois do anúncio, o presidente Donald Trump comemorou: "GRANDE VITÓRIA: a Suprema Corte dos Estados Unidos acaba de decidir contra homens jogando em esportes femininos. Uau! Isso acaba com essa situação ridícula!!!". Agora no g1 Mais de duas dezenas de outros estados governados por republicanos aprovaram proibições semelhantes para atletas transgênero em competições femininas. A decisão da Suprema Corte desta terça, portanto, também se estender a essas leis. A decisão, no entanto, deixa sem resolução os processos judiciais que contestam leis e regulamentos estaduais em Connecticut, na Califórnia e em outros lugares que permitem que atletas transgênero participem de competições de acordo com sua identidade de gênero. Vitória para Trump e guerra cultural O presidente dos EUA, Donald Trump, discursa em um comício para dar início à Great American State Fair (Grande Feira Estadual Americana) em celebração ao 250º aniversário da independência dos EUA, no National Mall, em Washington, D.C., EUA, 24 de junho de 2026. — Foto: Reuters/Evan Vucci A discussão também tem um pano de fundo ideológico por influência de um conservadorismo que tem influenciado as políticas públicas de Trump desde que ele retornou à Casa Branca, no início de 2025.
Suprema Corte dos EUA mantém leis que proíbem atletas transgênero no esporte universitário feminino | G1
Tribunal mais alto do país decidiu de forma unânime em favor de leis proibitivas de Idaho e Virgínia Ocidental, o que abre caminho para outros estados seguirem tendência. A decisão é uma vitória para o presidente dos EUA, Donald Trump, que advoga pelo banimento total.










