0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Divulgação / Agência Senado — Foto: André Fernandes e Alcides Fernandes (PL) com Ciro; Priscila Costa com Valdemar e Michelle Bolsonaro A cúpula do PL falhou na primeira tentativa de baixar a fervura após o vídeo de Michelle Bolsonaro criticando Flávio e outros integrantes do partido. Lideranças da sigla, como o presidente Valdemar Costa Neto, entraram em campo para tentar evitar que o deputado estadual Alcides Fernandes respondesse publicamente à ex-primeira-dama. A iniciativa foi em vão. No fim de semana, Alcides fez uma gravação chamando o vídeo de Michelle de “infeliz” e com “alegações infundadas”. O deputado é pai do presidente do PL do Ceará, André Fernandes, e pré-candidato ao Senado pela sigla na aliança com Ciro Gomes (PSDB). Foi justamente esse acerto político o estopim da crise entre a ex-primeira-dama e Flávio Bolsonaro. O receio de Valdemar e de outras lideranças do PL é que, após a resposta de Alcides Fernandes, haja outra reação de Michelle e a crise escale ainda mais. André Fernandes disse a membros do partido que no PL do Ceará a ex-primeira-dama “não manda” e foi um dos fiadores da gravação do pai. Na cúpula do PL, os esforços são para que Michelle mantenha silêncio e que a troca de farpas tenha um ponto final. Em sua gravação, antes de criticar Flávio Bolsonaro e dizer que o enteado a “maltratou” e a “humilhou”, a ex-primeira-dama expôs seu descontentamento com a aliança formada com Ciro Gomes, que traz Alcides Fernandes. Ela defendeu que a candidata do PL seja Priscila Costa, vice-presidente do PL Mulher. Essa batalha, no entanto, a ex-primeira-dama já perdeu.
PL teme escalada na troca de farpas entre Michelle Bolsonaro e grupo do Ceará
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