O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) têm pregado cautela e estimulado uma conciliação entre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência.
Parlamentares afirmam que, com Jair Bolsonaro (PL) preso, o presidente do PL vê a ex-primeira-dama como um dos principais ativos políticos do partido e sabe que é preciso administrar bem a crise provocada pelas duras críticas feitas por ela ao enteado.
O PL também precisa de Michelle para atingir o plano de fazer a maior bancada da Câmara dos Deputados nas eleições deste ano —o que daria à sigla, consequentemente, a maior fatia dos fundos partidário e eleitoral.
Aliados de Michelle dizem que a campanha de Flávio e o partido precisam reconhecer o trabalho feito à frente do PL Mulher e abrir espaço para que ela ajude a montar as chapas estaduais.
A ex-primeira-dama filiou mulheres, puxou votos para prefeitos e vereadores nas eleições de 2024 e estruturou os diretórios do PL Mulher nas 27 unidades da federação. Às vésperas das eleições gerais, porém, Michelle tem visto suas candidatas serem rifadas, segundo seus aliados.











