Carlo Ancelotti sabia que teria de acertar a seleção brasileira durante a Copa do Mundo. Com pouco mais de um ano à frente da equipe, em um ciclo caótico no qual sucedeu três treinadores de resultados ruins, chegou aos Estados Unidos ainda tateando o grupo em busca da formação mais apropriada.
Ele, enfim, parece tê-la encontrado. Ao que tudo indica, repetirá contra o Japão a escalação adotada na vitória por 3 a 0 sobre a Escócia, na última quarta-feira (24), que valeu a liderança do Grupo C. E o primeiro grande teste do time será em um jogo de consequência, eliminatório. Quem vencer avançará às oitavas de final, contra Noruega ou Costa do Marfim. Quem perder ficará no caminho.
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"Não é nem um mata-mata. É um mata, não tem partida de volta. Nós nos preparamos para uma final porque é uma final", afirmou o italiano, que gostou da evolução apresentada após uma estreia ruim. No empate por 1 a 1 com Marrocos, não funcionaram as suas apostas em um zagueiro improvisado na lateral direita, Ibañez, e em um centroavante típico, Igor Thiago.
Ancelotti, então, colocou Danilo na lateral e promoveu ao time titular o versátil Matheus Cunha, uma espécie de híbrido entre meia e atacante. Deu certo, e o jogador marcou três gols: dois na vitória por 3 a 0 sobre o Haiti e outro na partida que fechou a participação do Brasil na primeira fase.










