No início do mês, o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) encaminhou uma carta para o secretário de Estado, Marco Rubio, em que pedia que os EUA não impusessem tarifas de 25% aos produtos brasileiros, como recomendou uma investigação comercial do país americano.
Rubio respondeu à carta, agradeceu a visita recente de Flávio a Washington, mas, em relação ao tarifaço, afirma que a investigação conduzida no país sobre práticas comerciais deixou "claro que continuamos a ter diferenças substanciais na resolução das questões identificadas nesta investigação".
A carta foi publicada pela coluna da Malu Gaspar, no jornal O Globo, e confirmada pela Folha.
O secretário cita as diferenças, como comércio digital, serviços de pagamento eletrônico, tarifas preferenciais injustas, aplicação da lei anticorrupção, proteção da propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal.
"Qualquer parte interessada no Brasil pode participar do período de comentários públicos sobre a ação responsiva proposta e da audiência pública", diz Rubio, em referência à audiência que vai acontecer no próximo dia 6 de julho. Tanto Flávio quanto o jornalista Paulo Figueiredo estão inscritos para participar.












