Com uma audiência global total esperada de mais de 6 bilhões de pessoas, a Copa do Mundo está se mostrando uma oportunidade atraente, mas complicada para os anunciantes.
Detentora dos direitos nos EUA, a Fox fez uso controverso das pausas para hidratação do torneio para exibir publicidade, deixando de veicular as imagens do que ocorre no campo neste período. A opção pode ter aberto cerca de 800 espaços publicitários adicionais.
A escolha pode gerar mais receita publicitária do que os US$ 800 milhões (R$ 4,16 bilhões) que arrecadou com o Super Bowl (a final do futebol americano) do ano passado, segundo estimativas da empresa de pesquisa de mercado iSpot.tv. O Super Bowl é um dos eventos que mais atraem patrocinadores no esporte norte-americano.
A emissora, que pagou US$ 485 milhões (R$ 2,52 bilhões) pelos direitos de mídia do torneio nos EUA, recusou-se a comentar sobre a estimativa de vendas de anúncios. Tanto a Fox quanto a Telemundo esgotaram seu inventário publicitário.
O torneio de 39 dias, que vai até 19 de julho, conta com um número maior de seleções, partidas e cidades do que a edição de 2022. Embora isso signifique mais oportunidades de se conectar com os torcedores, também significa mais lugares onde os profissionais de marketing precisam investir dinheiro para fazer suas marcas se destacarem.












