Menor consumo de energia no país ocorreu três minutos antes do fim do jogo, às 20h59, quando chegou a 78.236 MW; ao apito do juiz para encerrar o jogo, a carga era ligeiramente maior, de 78.311 MW Jogadores da Seleção Brasileira na foto oficial antes do jogo contra a Escócia, no Estádio de Miami — Foto: Sam Navarro/Reuters A carga de energia na quarta-feira (25), dia do jogo entre Brasil e Escócia pela Copa do Mundo, teve uma variação de 16,74% entre o início e o fim da partida, ou 13.094 megawatts (MW) do momento em que a bola rolou no Hard Rock Stadium, em Miami (EUA). A carga a menos correspondeu aproximadamente ao gerado pela hidrelétrica de Itaipu numa partida de 90 minutos, de acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Classificada para a próxima fase, a Seleção Brasileira venceu por 3 a 0. No início do jogo, às 19h, a demanda era de 91.330 MW. Com isso, segundo o ONS, a redução do consumo entre o pico e o começo da partida foi de 6.906 MW, o que equivale ao consumo médio de Minas Gerais. O menor consumo de energia ocorreu três minutos antes do fim do jogo, às 20h59, quando chegou a 78.236 MW. Ao apito do juiz para encerrar o jogo, a carga era ligeiramente maior, de 78.311 MW. O pico de consumo de energia no país ocorreu às 18h25, 35 minutos antes do início da última partida da fase de grupos da Copa do Mundo, do Grupo C. Naquele horário, de acordo com o boletim de operação da Copa do ONS, a carga era de 98.236 megawatts (MW). Se considerada a diferença entre o pico de consumo no dia e a menor carga, a variação foi de 25,56%, ou exatos 20.000 MW. Intervalo No intervalo entre o primeiro e o segundo tempo, o ONS verificou uma rampa de 5.632 MW, ou 6,9%, em nove minutos, o que correspondeu à soma das cargas médias dos Estados de Santa Catarina e Mato Grosso. No fim do jogo, o ONS apurou uma rampa de elevação de 8.546 MW, ou 10,9% em 18 minutos, o equivalente à carga média somada de Paraná e Bahia. O primeiro gol do Brasil, de Vinícius Junior, ocorreu aos 7 minutos do primeiro tempo: nesse momento, a carga era de 88.939 MW, 2,69% abaixo do verificado no fim da partida e 10,45% abaixo do pico do dia. Vinícius Junior ampliou o placar para 2 a 0 aos 48 minutos do primeiro tempo, quando o consumo era de 82.149 MW – queda de 11,18% frente ao início do jogo e 19,58% a menos ante o pico de carga. O terceiro gol saiu no segundo tempo, aos 16 minutos, dos pés de Matheus Cunha. Nesse momento, a carga era de 81.756 MW, 11,71% abaixo da demanda no início do jogo e 20,16% abaixo do pico de consumo.
Queda no consumo de energia durante jogo do Brasil equivale quase ao gerado por uma Itaipu, diz ONS
Menor consumo de energia no país ocorreu três minutos antes do fim do jogo, às 20h59, quando chegou a 78.236 MW; ao apito do juiz para encerrar o jogo, a carga era ligeiramente maior, de 78.311 MW














