O consumo de energia elétrica no primeiro jogo do Brasil na Copa do Mundo chegou cair 9.027 megawatts (MW) durante a partida, no sábado (13), de acordo com dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Segundo o operador, às 19 horas, quando a bola começou a rolar no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, o consumo de eletricidade era de 84.393 MW. O momento de menor carga, de acordo com o ONS foi às 21h04, um minuto antes do fim da partida, quando a demanda era de 75.358 MW. No gol do Marrocos, a demanda de energia elétrica estava 3.557 MW abaixo da registrada no início da partida, com 80.836 MW. Onze minutos depois, quando Vinícius Jr. empatou o placar em 1 a 1, o consumo era ainda menor, de 80.198 MW, ou 4.195 MW a menos em comparação com o começo do jogo. A demanda no Sistema Interligado Nacional seguiu em queda até o fim do primeiro tempo, às 19h54 quando registrou uma redução de 5.628 MW ante o início da partida: naquele momento, o consumo era de 78.765 MW. A partir daí, disse o ONS, a demanda no intervalo cresceu 2.826 MW em oito minutos, chegando a 81.591 MW às 20h02. "Esse montante equivale à demanda média do estado de Goiás", disse o ONS, em nota. Mas no minuto seguinte retomou a trajetória de queda. No segundo tempo, às 20h10, o consumo de energia já vinha em declínio, com 80.175 MW, e seguiu nessa trajetória até chegar ao menor nível do dia, a um minuto antes do juiz apitar o fim de jogo. Às 21h05, com a partida encerrada, a demanda havia subido ligeiramente, para 75.515 MW, e depois cresceu 4.307 MW em 21 minutos, o equivalente à demanda do Rio Grande do Sul, alcançando 79.665 MW. "Por volta das 21h40 horas, a carga retornou ao comportamento típico observado para um sábado", disse o ONS. — Foto: Luana Dandara/Valor