A presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, agradeceu nesta quinta-feira à comunidade internacional pela solidariedade e afirmou que os primeiros socorristas estrangeiros devem chegar ao território venezuelano ainda nesta quinta. Veja abaixo o que cada país anunciou ter enviado à Venezuela para ajudar nos resgates: Brasil O presidente Lula chamou a Venezuela de "país irmão" e prometeu enviar ajuda à Venezuela, porém não especificou o que. Ele disse ter pedido ao Itamaraty para coordenar o envio da ajuda necessária. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que o país enviará ajuda humanitária à Venezuela com equipes de resgate, recursos médicos e itens de ajuda humanitária. Segundo Rubio, equipes especializadas vão prover imagens aéreas para ajudar nos resgates. O governo Trump disse ter mobilizado um grupo de trabalho para coordenar a ajuda ao país sul-americano. Imagens mostram desabamentos e destruição após terremoto na Venezuela França O presidente francês, Emmanuel Macron, disse que enviou à Venezuela 85 socorristas de equipe especializada em operações de busca e salvamento em estruturas desabadas. O governo suíço afirmou que enviará à Venezuela 80 socorristas, 8 cães de resgate e 18 toneladas de suprimentos humanitários. O governo espanhol anunciou que 54 membros da Unidade Militar de Emergência (UME) estão "preparados" para participar de operações de resgate na Venezuela. Pessoas olham para um edifício desabado no bairro de Altamira após terremoto na Venezuela. — Foto: Frederico Parra / AFP O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, também disse que vai enviar 300 socorristas e paramédicos, além de 50 toneladas de equipamentos, medicações e suprimentos de primeira necessidade. Solidariedade internacional Outros países do mundo também disseram que vão ajudar a Venezuela com o que puder, só que não especificaram o que enviariam ao país. É o caso de México, Chile, Portugal, Turquia, Índia e Catar.
Países enviam equipes de resgate e ajuda à Venezuela após terremotos | G1
Venezuela foi atingida por dois terremotos, quase simultâneos, de 7,5 e 7,2 de magnitude, que deixaram mais de 100 mortos, centenas de feridos e um rastro de destruição no país.











