Guerra contra o Irã era um antigo objetivo do premiê israelense, mas o resultado do conflito o coloca em posição política mais delicada em muitos anos Netanyahu (à esq.) e Trump, durante encontro em Mar-a-Lago, na Flórida: americano tem nas mãos as cartas que definem futuro do líder israelense — Foto: Jonathan Ernst/Reuters Há apenas quatro meses, Benjamin Netanyahu testemunhou a realização de seu sonho político de várias décadas: o início de uma guerra conjunta americano-israelense contra o Irã. No entanto, o que foi alardeado em Israel como a “batalha final” contra o arqui-inimigo não saiu como planejado.

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