Homem de 36 anos usou inteligência artificial para induzir as pessoas a doarem recursos para arrecadação verdadeira, mas que foram desviados, informou a Polícia Judiciária 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Braga, cidade de Portugal onde fica o município de Amares — Foto: Julia Koblitz/Unsplash/Divulgação RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 21/06/2026 - 11:56 Brasileiro é Preso em Portugal por Golpe com IA em Campanha Falsa Jhonn Wayne Souza, brasileiro de 36 anos, foi detido em Portugal por usar inteligência artificial em um golpe de arrecadação solidária falsa. A Polícia Judiciária revelou que ele desviava recursos destinados a uma criança com distrofia muscular de Duchenne. Usando sites e redes sociais fraudulentas, Souza induzia doadores a contribuírem para contas sob seu controle. A operação "Sombra Solidária" resultou na apreensão de equipamentos e na comprovação de crimes de fraude qualificada e falsidade informática. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A Polícia Judiciária confirmou ao Portugal Giro que prendeu Jhonn Wayne Souza, brasileiro de 36 anos que é suspeito de criar uma falsa campanha solidária para aplicar golpes financeiros a partir de Amares, município de Braga. “Explorando a vulnerabilidade emocional dos doadores e desviando verbas destinadas a fins humanitários”, esclareceu a PJ Uma denúncia culminou com a prisão do brasileiro, “indiciado pela prática dos crimes de fraude qualificada e falsidade informática”, diz a PJ: Com ajuda de inteligência artificial, ele criou uma falsa campanha para “apoiar um menor portador de doença rara e altamente incapacitante”, informou a investigação. A criança existe, sofre de distrofia muscular de Duchenne e seus pais criaram campanha verdadeira para juntar € 25 mil (R$ 125 mil) para tratamento. Mas o brasileiro fraudou a arrecadação. “(...) utilizando sites, redes sociais e plataformas digitais fraudulentas, recorrendo a conteúdos produzidos com inteligência artificial com o propósito de induzir terceiros a efetuar donativos que seriam desviados para entidades sob o seu controle”. A operação “Sombra Solidária” aconteceu para cumprimento de mandado em maio e apreendeu equipamentos, aparelhos móveis de informática e outras provas. “(...) utilização de múltiplas contas bancárias, plataformas de pagamento e entidades intermediárias, visando dificultar a rastreabilidade financeira dos montantes obtidos ilicitamente”. O brasileiro, segundo a PJ, estaria em situação considerada irregular de permanência em Portugal e foi interrogado.