PUBLICIDADE Na comparação com o mesmo período do ano passado, avanço foi de 2,3%. Gastos dos consumidores impulsionaram a alta 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Consumidor em um supermercado na Argentina. Atividade econômica avançou 0,7% no 1º trimestre — Foto: Sarah Pabst/Bloomberg RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 23/06/2026 - 17:15 PIB da Argentina cresce 0,7%, mas desemprego preocupa governo Milei O PIB da Argentina subiu 0,7% no 1º trimestre, superando as expectativas. Anualmente, o crescimento foi de 2,3%, impulsionado pelos gastos dos consumidores. Apesar disso, o desemprego aumentou e os salários ficaram atrás da inflação. O FMI aprovou uma revisão do acordo com a Argentina. O presidente Javier Milei enfrenta desafios com o mercado de trabalho, que perdeu mais de 500 mil empregos formais. A economia deve crescer 2,9% em 2023. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O crescimento econômico da Argentina superou as expectativas no primeiro trimestre, mesmo com o aumento do desemprego e os salários ficando atrás da inflação. O Produto Interno Bruto (PIB) avançou 0,7% em relação ao trimestre anterior, acima da previsão dos analistas, que esperavam crescimento de 0,4%. Em termos anuais, a economia cresceu 2,3%, segundo dados do governo divulgados nesta terça-feira. Os gastos dos consumidores impulsionaram o crescimento durante os três primeiros meses do ano, enquanto os investimentos em capital, as exportações e os gastos do governo recuaram na comparação trimestral. A queda das importações também contribuiu para o crescimento. Os salários aumentaram 3,7% em abril, superando a inflação mensal, de acordo com outros dados divulgados nesta terça-feira. Ainda assim, no acumulado do ano, os salários registram alta de 11%, abaixo da inflação de quase 12% no mesmo período. Os números destacam um dos principais problemas do presidente Javier Milei em uma recuperação econômica desigual, marcada ao mesmo tempo por crescimento sólido e aumento do desemprego. A expectativa é que o PIB argentino cresça pelo segundo ano consecutivo em 2026, impulsionado por exportações recordes dos setores de energia, agricultura e mineração. No entanto, o desemprego continua aumentando, já que o mercado formal de trabalho perdeu mais de meio milhão de empregos desde que Milei assumiu o cargo, incluindo cortes significativos nos setores de construção e manufatura. Ao mesmo tempo, o setor informal ganhou 380 mil trabalhadores apenas no último ano. À medida que Milei conseguiu controlar a inflação, o desemprego passou a figurar entre as principais preocupações dos eleitores ao longo do último ano, segundo o levantamento LatAm Pulse, realizado pela AtlasIntel para a Bloomberg News. Economistas consultados pelo banco central esperam que a economia da Argentina cresça 2,9% neste ano.
PIB argentino avança 0,7% no 1º trimestre e supera estimativas dos analistas
Na comparação com o mesmo período do ano passado, avanço foi de 2,3%. Gastos dos consumidores impulsionaram a alta











