A economia argentina manteve seu ritmo de crescimento no primeiro trimestre de 2026, registrando uma alta de 2,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, impulsionada em grande parte pelas exportações, embora o poder de compra e o emprego apresentem sinais de deterioração.
O PIB (Produto Interno Bruto) também cresceu 0,7% em termos dessazonalizados em comparação com o trimestre imediatamente anterior, informou nesta terça-feira (23) o instituto nacional de estatísticas Indec.
A agropecuária, a pesca, a mineração e a intermediação financeira impulsionaram o crescimento econômico dos três primeiros meses do ano, enquanto a indústria de transformação (-1,7%) e o comércio varejista (-0,3%) foram os setores que mais perderam.
A economia cresceu 4,4% em 2025 e espera-se que se aproxime de 3% neste ano.
O ministro da Economia, Luis Caputo, comemorou o resultado na rede X e afirmou que ele foi impulsionado pelo aumento das exportações e por um "máximo histórico" do consumo privado (+2,7%).











