Uma nova fabricante chegou ao Brasil com opções em todos os segmentos, oferecendo de compactos de apelo popular a vans e sedãs de luxo. Em pouco tempo, seus carros importados começaram a ser vistos como opções interessantes diante da concorrência formada por marcas tradicionais. BYD? Não. O texto se refere à Peugeot do início da década de 1990.
Passados 34 anos de presença oficial no Brasil, a marca francesa não vive seu melhor momento. A linha atual da marca se resume a dois compactos flex: o SUV 2008 e o hatch 208, que enfrenta o elétrico chinês Dolphin Mini neste teste Folha Mauá.
O modelo da BYD é o compacto da vez, com 29,5 mil unidades vendidas entre janeiro e maio, segundo dados da Fenabrave (associação dos distribuidores de veículos). O Peugeot registrou 9.809 emplacamentos no mesmo período, resultado distante dos números obtidos pelo antigo 206 no início deste século.
Apesar de ser produzido na Argentina, o 208 é mais nacional que o Dolphin Mini, devido às peças feitas no Brasil. O motor 1.0 flex, por exemplo, é produzido em Betim (MG). A marca francesa faz parte do grupo Stellantis, que engloba ainda Fiat, Citroën, Jeep e RAM.
O BYD é montado em regime SKD (sigla em inglês para parcialmente montado) na fábrica de Camaçari (BA). Todas as peças vêm da China, mas a montadora promete estabelecer uma extensa lista de fornecedores locais até 2027.










