Empresa negou que tenha feito um novo pedido para prorrogação de Imposto de Importação reduzido O vice-presidente da BYD Brasil, Alexandre Baldy, negou nesta segunda-feira (220, que a empresa tenha feito um novo pedido para prorrogação de Imposto de Importação reduzido ou cotas de isenção do tributo para carros semimontados. Segundo ele, a montadora chinesa fez um único pedido nesse sentido por ocasião da inauguração da sua fábrica em Camaçari, no início do segundo semestre de 2025. Mas o que ficou acordado com o governo, na visão da empresa, não teria sido totalmente cumprido. Na ocasião, a BYD pediu cotas de isenção de imposto para carros semimontados durante três anos. O governo liberou seis meses, de agosto a dezembro de 2025. Mas, segundo Baldy, a empresa teria direito a mais seis meses por ter provado ao governo compromisso com investimento e posterior produção de veículos no país. Segundo o executivo, a empresa já investiu no país R$ 3 bilhões do total de R$ 5,5 bilhões do plano anunciado. “Estamos erguendo 17 unidades num complexo industrial que estava abandonado e onde já trabalham 5 mil empregados. Baldy não quis comentar a declaração do presidente da Associação Nacional dos Fabticantes de Veículos Automotores (Anfavea), Igor Calvet, que, em entrevista coletiva pela manhã, em Brasília, cogitou a possibilidade de levar a questão à Justiça caso o Comitê-executivo de Gestão (Gecex) decida, na reunião ordinária desta terça-feira (23) por eventual benefício tributário adicional para a importação de carros, montados ou semimontados. “Essa é uma questão de governo”, disse. Mais cedo Baldy comentou: “Não é bom brigar com o governo”. Fábrica da BYD Brasil — Foto: Divulgacao
BYD diz ter direito a mais seis meses de carros semimontados sem imposto
Empresa negou que tenha feito um novo pedido para prorrogação de Imposto de Importação reduzido










