Novo livro reúne correspondência do cineasta francês com diretores como Hitchcock, Fellini e Agnès Varda François Truffaut deixou correspondências que já preenchem quatro livros — Foto: George Brich/AP “Um continente desconhecido.” O crítico e historiador de cinema Bernard Bastide define assim a produção epistolar de François Truffaut (1932-1984) na introdução ao segundo volume por ele editado das cartas do diretor de “Os incompreendidos” (1963) e “O homem que amava as mulheres” (1977). Depois do livro com a correspondência com escritores, que saudei nesta coluna ao aparecer pela Gallimard em 2022, é a vez de “François Truffaut - Correspondance avec des cinéastes 1954-1984” (mesma editora, 524 págs., € 25).

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