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Neste tipo de filmes, que os franceses parecem fazer com uma perna às costas, ainda se encontra um rasto, ou um resto, de um cinema de género, de um artesanato popular à antiga, uma coisa que vai desaparecendo da vista numa paisagem — a paisagem do cinema de todo o mundo — cada vez mais dominada por “projectos de autor” (que ironia histórica, não?). “In memoriam small movies”, punha Godard em epígrafe do Nome: Carmen muito antes de o tempo lhe dar razão.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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20 de Maio de 2026













