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Façamos uma experiência: olhar para este filme sem prestar atenção à sua origem, ao seu título, ao seu tema, aos prémios que foi recebendo por aqui e por ali em festivais de segunda categoria. Se nos abstrairmos disso tudo, fica uma questão por responder: como é que uma “perolazinha” como Acreditamos em Ti, primeira obra belga assinada a meias por Charlotte Devillers (que é, na vida real, profissional de saúde) e Arnaud Dufeys, estreada na competição de primeiras obras de Berlim há um ano e meio, passou ao lado da maioria dos radares críticos?Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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04 de Junho de 2026













