Ministério das Finanças chinês também anunciou a proibição da participação de 46 empresas americanas em licitações públicas no país, incluindo a divisão de defesa da Boeing 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Presidente da China, Xi Jinping; país impôs controles de exportação a dez empresas americanas — Foto: Brendan Smialovski/Pool/AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 22/06/2026 - 02:36 China Retalia EUA com Restrições a Empresas de Defesa e Licitações A China impôs restrições de exportação a 10 empresas americanas, incluindo setores de defesa, como retaliação à lista negra dos EUA que inclui 80 empresas chinesas. Além disso, 46 empresas americanas estão proibidas de participar de licitações públicas na China. As medidas seguem tensões após a visita de Trump a Pequim, visando a proteção da segurança nacional chinesa. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A China impôs controles de exportação a 10 empresas americanas, incluindo algumas dos setores de defesa e mineração de terras raras, anunciou Pequim nesta segunda-feira. O país também proibiu dezenas de empresas americanas de participarem de contratos governamentais em resposta à lista negra de empresas chinesas elaborada por Washington. As medidas foram tomadas um mês após a visita do presidente americano Donald Trump à China, com o objetivo de estabilizar as relações tensas com seu homólogo Xi Jinping. No entanto, pouco depois dessa visita, os Estados Unidos divulgaram uma lista negra com 80 empresas chinesas e suas subsidiárias que, segundo Washington, apoiam as forças armadas chinesas, levando Pequim a ameaçar retaliar. Os novos controles de exportação da China são "uma resposta ao ato flagrante do governo americano de adicionar empresas à sua chamada 'lista de empresas militares chinesas'", afirmou o Ministério do Comércio em um comunicado. China está perdendo título de 'fábrica de tênis' para o Vietnã 1 de 10 China está perdendo título de 'fábrica de tênis' para o Vietnã — Foto: The New York Times 2 de 10 Fábricas que circundam a agitada cidade de Ho Chi Minh, no Vietnã, produzem solas de espuma, palmilhas macias, cadarços de algodão e tecidos de malha — Foto: The New York Times X de 10 Publicidade 10 fotos 3 de 10 As peças são transportadas por caminhões até armazéns para serem montadas em calçados — Foto: The New York Times 4 de 10 Para o mundo dos negócios, abandonar a China é difícil, com seu domínio sobre matérias-primas e sua capacidade fabril que impulsionou os lucros e manteve os consumidores satisfeitos — Foto: The New York Times X de 10 Publicidade 5 de 10 Vietnã ultrapassou a China como a principal fonte de tênis vendidos para o mundo por Nike, Adidas, Brooks e outras — Foto: The New York Times 6 de 10 A Nike está reduzindo ainda mais a produção na China, onde as tarifas agora são mais altas do que no Vietnã — Foto: The New York Times X de 10 Publicidade 7 de 10 Empresas, preocupadas com a dependência excessiva de um único país, também estão debatendo se devem transferir seus trabalhos para fora do Vietnã — Foto: The New York Times 8 de 10 O Vietnã ofereceu um governo que acolheu o investimento estrangeiro e o melhor tipo de demografia: uma população crescente de jovens em busca de trabalho — Foto: The New York Times X de 10 Publicidade 9 de 10 Em uma fábrica da Jones & Vining, a uma hora de carro de Ho Chi Minh, trabalhadores enchem moldes de metal com um líquido quente, pegajoso e de cores vibrantes para fazer palmilhas e palmilhas de espuma — Foto: The New York Times 10 de 10 Vendendo bolos de arroz glutinoso na beira da estrada, Pham Kieu Diem, de 47 anos, lembrou quando os campos de arroz cercavam toda a área — Foto: The New York Times X de 10 Publicidade Indústria desafia realidade ao transferir mais produção ao vizinho O ministério acrescentou que as medidas também visam "salvaguardar a segurança nacional da China". Entre as 10 entidades estão a Aveox, que possui contratos aeroespaciais com as forças armadas dos EUA, e a Oshkosh Defense, fabricante de veículos militares. Enquanto isso, o Ministério das Finanças da China anunciou a proibição da participação de 46 empresas americanas em licitações públicas no país asiático, incluindo a Lockheed Martin, a Raytheon e a divisão de defesa da Boeing. A lista negra dos EUA afeta gigantes chineses como Alibaba, Baidu e BYD.
China impõe controles de exportação a dez empresas americanas
Ministério das Finanças chinês também anunciou a proibição da participação de 46 empresas americanas em licitações públicas no país, incluindo a divisão de defesa da Boeing











