Outras empresas adicionadas à lista de “empresas militares chinesas” neste mês incluem a companhia de buscas na internet Baidu, as montadoras BYD e Nio, e a empresa de biotecnologia WuXi AppTec Alibaba foi acusado de ser “contribuidor da fusão civil-militar para a base industrial de defesa chinesa” — Foto: Bloomberg O Alibaba, gigante chinês de tecnologia e comércio eletrônico, processou o governo dos Estados Unidos, nesta terça-feira (23), após ser incluído em uma lista de empresas chinesas que o Departamento de Defesa dos EUA associa às Forças Armadas do país.
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