Os EUA publicaram nessa segunda-feira (8) uma lista atualizada de companhias chinesas que supostamente auxiliam as Forças Armadas daquele país, o que provocou um protesto de Pequim, que pediu a Washington que pare de "reprimir" suas empresas.
A relação inclui, entre outras, a gigante do comércio eletrônico Alibaba, o site de buscas Baidu e a fabricante de veículos elétricos BYD.
Estande da BYD no Salão de Pequim - Adek Berry - 30.abr.26/AFP
O Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou as designações poucas semanas após o presidente Donald Trump se reunir com o líder chinês, Xi Jinping, em Pequim, enquanto ambas as partes buscavam manter a estabilidade nas relações bilaterais.
A atualização do Pentágono ocorre meses após a divulgação de uma outra lista, que posteriormente foi retirada sem explicações. A relação dessa segunda-feira é, em grande parte, semelhante à versão publicada brevemente em fevereiro.










