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O primeiro-ministro, Luís Montenegro, diz ter sido “completamente surpreendido” pela informação de que elementos do Movimento Armilar Lusitano (MAL), uma organização terrorista neonazi, terão equacionado um ataque à sua residência e de que o seu nome constaria numa lista de alvos de um grupo neonazi. A partir de Bruxelas, Montenegro criticou o facto de não ter sido informado atempadamente pelas autoridades sobre uma ameaça que envolve, segundo o que foi tornado público, a possibilidade de uso de engenhos explosivos e armamento militar.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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19 de Junho de 2026











