Documento enviado ao Ministério Público em 2025 relatou a cobrança de taxas, ameaças e paralisação da obra 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 A Prefeitura do Rio inaugurou em outubro de 2025 o primeiro aterro exclusivo para receber Resíduos da Construção Civil (RCC) da cidade, em Gericinó, na Zona Oeste. — Foto: Comlurb/Divulgação RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 19/06/2026 - 12:35 Milicianos extorquem empresa em aterro no Rio; MP investiga caso A Prefeitura do Rio denunciou um esquema de extorsão por milicianos à empresa DRA Network, contratada pela Comlurb para operar um aterro em Gericinó. Criminosos exigiam R$ 25 mil mensais e a contratação de serviços de segurança para liberar as obras, ameaçando funcionários e paralisando atividades. A Secretaria Municipal de Ordem Pública acionou o Ministério Público, que solicitou inquérito para investigar o caso. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A Prefeitura do Rio denunciou ao Ministério Público, em janeiro de 2025, um suposto esquema de extorsão por milicianos contra uma empresa contratada pela Comlurb para operar o aterro de resíduos da construção civil em Gericinó, na Zona Oeste. Segundo a representação encaminhada pela Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), os criminosos exigiam pagamentos mensais de R$ 25 mil para permitir as atividades no local, além de impor a contratação de serviços de segurança. Nesta sexta-feira, a Polícia Civil realiza uma operação contra a cúpula da milícia do Catiri, região vizinha a Gericinó, investigada justamente por um esquema de extorsão contra empresas, comerciantes e moradores. De acordo com o documento assinado pelo então secretário Brenno Carnevale, representantes da empresa DRA Network do Brasil Serviços contaram que funcionários passaram a sofrer ameaças de pessoas ligados aos milicianos que agem na região. Além da cobrança mensal, os criminosos teriam exigido pagamentos por proteção armada. A denúncia afirma que, desde o dia 6 de janeiro de 2025, as atividades da empresa chegaram a ser totalmente paralisadas por ordem dos criminosos. A retomada dos trabalhos, segundo o relato, foi condicionada ao pagamento dos valores exigidos. Ainda segundo a representação, a empresa acionou órgãos de segurança pública e adotou medidas para proteger funcionários e equipamentos. Ao comunicar o caso ao Ministério Público, a Seop também mencionou a exigência de contratação de pessoal indicado pelos criminosos como condição para o funcionamento da operação. Após receber a denúncia, o Ministério Público requisitou a instauração de inquérito policial para apurar os fatos e identificar os responsáveis pelo esquema.
Milícia exigiu taxa para liberar obras no aterro da Comlurb em Gericinó, denuncia prefeitura do Rio
Documento enviado ao Ministério Público em 2025 relatou a cobrança de taxas, ameaças e paralisação da obra






