Sua companheira Suelen Silva dos Reis, a Suelen Bacana, também foi presa 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Michael Johnny Vianna de Azevedo, preso durante operação em que era alvo de mandados de busca e apreensão por suspeita de ligação com o TCP — Foto: Reprodução / Instagram RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 19/06/2026 - 08:36 Ex-assessor do Rio é exonerado após prisão por ligação com TCP A Prefeitura do Rio exonerou Michael Johnny Vianna de Azevedo, ex-assessor parlamentar preso por posse de arma e suspeita de ligação com o Terceiro Comando Puro (TCP), da Rioluz. Sua companheira, Suelen Bacana, também foi presa. A operação visa desvendar a infiltração do TCP no Legislativo estadual, investigando figuras como o deputado Val Ceasa e o ex-vereador Ulisses Marins. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Um dia após a prisão de Michael Johnny Vianna de Azevedo por posse de arma durante a operação em que ele era alvo por suspeita de ligação com o Terceiro Comando Puro (TCP), a prefeitura do Rio publicou nesta sexta-feira a sua dispensa do cargo na Companhia municipal de Energia e Iluminação do Rio (Rioluz). O deputado estadual Val Ceasa (PRD) e o ex-vereador Ulisses Marins foram os outros alvos de mandados de busca e apreensão. Michael Johnny, ex-assessor parlamentar de Val Ceasa, havia sido admitido em fevereiro do ano passado, com salário líquido de R$ 3,4 mil. Na ocasião, "nada que vetasse a sua nomeação foi encontrado pela Secretaria de Integridade", informou o município após sua prisão, quando anunciou que ele seria exonerado. A dispensa da função de confiança de subgerente de operação e fiscalização noturna na Zona Norte foi publicada em Diário Oficial nesta sexta-feira. Além de Michael Johnny, sua companheira Suelen Silva dos Reis, a Suelen Bacana, também foi presa. Ela, que é viúva do ex-vereador Zico Bacana — que também foi assessor parlamentar de Val Ceasa e que foi assassinado em 2023, com os autores do crime ligados ao Comando Vermelho (CV), segundo a investigação —, também era nomeada na Rioluz. Admitida em janeiro de 2025, ela foi dispensada no último dia 3. Após a morte de Zico Bacana, Suelen concorreu pela primeira vez a vereadora no ano seguinte, pelo PRD, e acabou como suplente. Atualmente, sua atuação política é alinhada a Val Ceasa, conforme apontou o Ministério Público. Operação por ligação com o TCP Val e Ulisses são apontados como suspeitos de atuar para impedir a demolição de um resort de luxo do traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, um dos chefes da facção, em Parada de Lucas, no Complexo de Israel, Zona Norte do Rio. Na casa do deputado Val Ceasa foram apreendidos aproximadamente R$ 320 mil em dinheiro em espécie, segundo a Polícia Civil. Além disso, os agentes recolheram os celulares dos três alvos da operação: Val, Ulisses e Michael. A investigação foi aberta pela Procuradoria-Geral de Justiça após surgirem indícios de que parlamentares teriam procurado a Polícia Militar para obter informações sobre uma operação sigilosa que previa a demolição de imóveis ligados ao TCP em Parada de Lucas. No documento em que pediu a busca e apreensão dos alvos da operação desta quinta-feira, o procurador-geral de Justiça Antonio José Campos Moreira afirmou que, assim como o caso do então deputado TH Joias revelou a infiltração da facção criminosa Comando Vermelho na Alerj, a investigação sobre Val Ceasa e Ulisses Marins está a “desvendar” que o Terceiro Comando Puro também “se entranhou nas vísceras da Casa Legislativa”. Em nota, a Alerj afirma que "acompanha a operação" realizada pelo MPRJ, reiterando que "atua com austeridade e compromisso com o povo fluminense". A Casa legislativa "reforça seu compromisso com a transparência e coloca-se à disposição para prestar toda a colaboração necessária ao andamento das investigações".
Prefeitura do Rio publica exoneração de ex-assessor parlamentar preso em operação que era alvo por ligação com TCP
Sua companheira Suelen Silva dos Reis, a Suelen Bacana, também foi presa








