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Se mais razões não houvesse para nos regozijarmos com o novo museu recentemente inaugurado em Braga (o Muzeu – Pensamento e Arte Contemporânea, um nome programático), seria razão suficiente o modo como este novo templo e a sua directora artística, Helena Mendes Pereira, fornecem matéria pertinente para um debate necessário sobre a arte contemporânea e as suas lógicas. E entendemos por “lógicas” os enquadramentos ou critérios que governam o sistema da arte contemporânea – um sistema que para ser apreendido requer o encontro de um olhar interno com um olhar exterior, voltado para as instâncias mediadoras de legitimação (museus, centros, galerias, bienais, curadores, comissários, coleccionadores, críticos).Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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19 de Junho de 2026