Os altos índices de agricultura regenerativa do café brasileiro fizeram a Nescafé superar sua meta global para esse quesito cinco anos antes do prazo e contribuem para a Nestlé alcançar seu objetivo de se tornar carbono neutro até 2050.
Relatório divulgado nesta quinta-feira (18) pela Nescafé mostra que 53% do café comprado em todo o mundo pela empresa até o ano passado é proveniente de agricultura regenerativa —valor acima da meta estipulada para 2030, que era de 50%.
Com isso, a empresa reportou uma redução de 18,3% nas emissões de gases de efeito estufa (GEE) associadas ao seu café verde, em relação ao ano-base de 2018.
Esse resultado só foi possível porque o Brasil está muito à frente. Hoje, 100% das fazendas brasileiras que fornecem café para a gigante suíça já adotam ao menos uma prática regenerativa, segundo a empresa. O Brasil é o maior produtor mundial e um dos maiores fornecedores da Nescafé.
O desempenho da cafeicultura brasileira nesse quesito é especialmente importante para a Nestlé porque a agricultura regenerativa é uma das principais apostas da empresa para alcançar sua mais importante meta global: a de reduzir suas emissões de gases causadores de efeito estufa em 50% até 2030 e, finalmente, se tornar carbono neutro até 2050.








