País tem expressado repetidamente apoio a esforços do Paquistão para resolver crise 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Presidente da China, Xi JInping, durante reunião de cúpula do G20, na Indonésia — Foto: Willy Kurniawan/AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 18/06/2026 - 05:01 China Apoia Acordo EUA-Irã para Encerrar Conflito no Oriente Médio A China saudou o acordo-quadro entre EUA e Irã, assinado por Trump e Pezeshkian, que visa encerrar o conflito no Oriente Médio, incluindo questões como o Líbano e o enriquecimento de urânio. O pacto prevê a suspensão de sanções e a reabertura do Estreito de Ormuz. A China apoia o Paquistão como mediador e enfatiza a importância de concessões mútuas nas próximas negociações. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A China afirmou nesta quinta-feira que "acolhe com satisfação" a notícia de que os Estados Unidos e o Irã assinaram um acordo-quadro para pôr fim ao conflito no Oriente Médio e instou ambos os lados a continuarem cooperando em uma planejada segunda rodada de negociações. Os presidentes de ambos os países, Donald Trump e Masoud Pezeshkian, respectivamente, assinaram o pacto nesta quarta-feira, pelo qual Teerã se compromete a diluir seu enriquecimento de urânio em troca da suspensão das sanções contra o país. O acordo, que inclui a questão do Líbano, foi assinado pessoalmente por Trump durante um jantar com seu homólogo francês, Emmanuel Macron, no Palácio de Versalhes, enquanto Pezeshkian o assinou eletronicamente. "A China acolhe com satisfação este progresso e espera que todas as partes envolvidas — incluindo os Estados Unidos e o Irã — respeitem o espírito do acordo e cumpram sinceramente seus compromissos", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Lin Jian, em sua coletiva de imprensa regular. Confira antes e depois da destruição em áreas do Irã 1 de 12 ANTES: Estruturas no quartel-general da Força Aeroespacial do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech 2 de 12 DEPOIS: em várias estruturas no quartel-general da Força Aeroespacial do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech X de 12 Publicidade 12 fotos 3 de 12 ANTES: base de mísseis em Garmdarreh, a leste da cidade de Karaj — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech 4 de 12 DEPOIS: base de mísseis em Garmdarreh, a leste da cidade de Karaj — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech X de 12 Publicidade 5 de 12 ANTES: guarnição de Khorramabad e ao complexo de mísseis da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã. — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech 6 de 12 DEPOIS: consequências dos ataques aéreos à guarnição de Khorramabad e ao complexo de mísseis da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã. — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech X de 12 Publicidade 7 de 12 DEPOIS: consequências dos ataques aéreos à guarnição de Khorramabad e ao complexo de mísseis da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã. — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech 8 de 12 Impacto nas instalações de drones no Aeroporto de Chabahar, em Konarak — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech X de 12 Publicidade 9 de 12 Danos também em Konarak, no Aeroporto Internacional — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech 10 de 12 Base Naval de Konarak: navios destruídos e afundando, além de vários prédios alvejados — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech X de 12 Publicidade 11 de 12 ANTES: Sistema de radar, Base Aérea de Zahedan — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech 12 de 12 DEPOIS: Sistema de radar destruído, Base Aérea de Zahedan — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech X de 12 Publicidade Registros divulgados pela empresa de monitoramento Vantor mostram a extensão dos danos em bairros de Teerã após dias de bombardeios, enquanto o número de mortos no Irã já chega a pelo menos 787. Segundo o texto divulgado pelas autoridades americanas, o acordo também prevê novas negociações para abordar em profundidade, entre outras questões controversas, a redução do estoque de urânio altamente enriquecido do Irã sob a supervisão da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). O porta-voz chinês instou Washington e Teerã a "fazerem concessões" nesta próxima etapa das negociações. Com a assinatura do memorando, o Estreito de Ormuz também será reaberto "imediatamente", e o bloqueio americano aos portos iranianos será suspenso "imediatamente", afirmou o primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, que tem atuado como mediador, nesta quinta-feira. A China tem expressado repetidamente seu apoio aos esforços do Paquistão para resolver a crise no Oriente Médio. No final de maio, o presidente Xi Jinping recebeu Sharif em Pequim para discutir essas negociações com o objetivo de interromper a guerra que eclodiu em 28 de fevereiro, após os ataques americanos e israelenses ao Irã.
China afirma que 'acolhe com satisfação' acordo entre Estados Unidos e Irã
País tem expressado repetidamente apoio a esforços do Paquistão para resolver crise















