O Ministério das Relações Exteriores da China emitiu nesta sexta-feira (15) um comunicado pedindo por um cessar-fogo "abrangente e duradouro" o mais rápido possível na guerra no Irã, além de afirmar que o conflito "jamais deveria ter acontecido" e "não tem razão para continuar".
O pronunciamento foi o mais forte em relação à questão desde o início do encontro entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder do regime chinês, Xi Jinping, em Pequim. O americano viajou à capital do país asiático para discutir o conflito e trocas comerciais, principalmente.
O porta-voz da pasta disse ainda que o conflito impactou severamente "o desenvolvimento econômico global, as operações da cadeia de suprimentos, a ordem do comércio internacional e a estabilidade do fornecimento global de energia".
Declarou que as rotas marítimas devem ser reabertas o mais rápido possível em nome da estabilidade e do fluxo contínuo das cadeias de suprimento.
"A China sempre defendeu que o diálogo e a negociação são o caminho certo e que uma solução militar não é o caminho. Agora que a porta para o diálogo foi aberta, ela não deve ser fechada novamente."















