Dirigentes tendem a manter taxas inalteradas em 3,75% em meio a mudança de cenário e sinais de desaceleração da economia Joaquin Thul, da EFG Asset: precificação atual de apenas uma possível alta a partir de novembro é mais adequada — Foto: Divulgação Após uma comunicação errática do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) ter levado o mercado a precificar quatro altas de juros em meio ao conflito no Oriente Médio, vai ficando cada vez mais transparente a percepção de que a autoridade monetária britânica não irá se juntar ao grupo de bancos centrais que apertará a política monetária neste ano. Para a decisão de hoje, é amplamente esperada a manutenção das taxas básicas em 3,75%, ainda que divisões dentro do comitê possam persistir.

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