Apesar do impacto da guerra no Irã relatado por companhias aéreas e outras empresas do setor, a Embraer estima que seu portfólio será menos afetado do que o das fabricantes concorrentes.
Rodrigo Silva e Souza, vice-presidente de marketing para aviação comercial da Embraer, diz que, desde o início do conflito, as companhias aéreas da América do Norte estão adicionando mais capacidade regional do que capacidade principal (aviões maiores que voam distâncias mais longas) —reflexo das variações na demanda dos passageiros.
O cenário é favorável à Embraer, que produz aviões comerciais voltados para a aviação regional.
"É por isso que é importante ter aeronaves de diferentes tamanhos na frota. O E175 ajuda as companhias aéreas a manterem suas malhas de rotas mesmo em um ambiente desafiador como o que estamos vivendo hoje", disse.
O E175 é um dos modelos da família de aeronaves comerciais da Embraer. O avião tem capacidade para até 88 assentos, velocidade de cruzeiro de 850 km/h e alcance que varia de 3.982 km a 4.074 km, distância suficiente para realizar um voo entre Brasília e Buenos Aires sem paradas, por exemplo.













