Capitão da seleção senegalesa lamenta ausência de parte dos torcedores no Mundial após medidas adotadas pelo governo Trump limitarem a entrada de cidadãos de alguns países participantes do torneio 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Koulibaly questiona veto a torcedores senegaleses na Copa do Mundo: ‘Futebol é para todos’ — Foto: Reprodução/Redes Sociais RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 17/06/2026 - 05:13 Koulibaly critica restrições de viagem dos EUA na Copa de 2026 O capitão da seleção senegalesa, Kalidou Koulibaly, criticou as restrições de viagem impostas pelos EUA durante a Copa do Mundo de 2026, que impediram a presença de torcedores senegaleses no MetLife Stadium. As medidas, assinadas por Donald Trump, afetaram cidadãos de vários países, incluindo o Senegal. Koulibaly destacou que o futebol deveria ser acessível a todos e lamentou a falta de parte de sua torcida. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A estreia de Senegal na Copa do Mundo de 2026 ficou marcada não apenas pela derrota por 3 a 1 para a França, mas também por um desabafo do capitão Kalidou Koulibaly sobre a ausência de parte dos torcedores senegaleses nas arquibancadas do MetLife Stadium, em Nova Jersey. Após a partida, o zagueiro questionou as restrições impostas pelo governo dos Estados Unidos que dificultaram a entrada de cidadãos senegaleses no país durante o torneio. Em dezembro, o presidente Donald Trump assinou uma proclamação que estabeleceu limitações parciais de viagem para cidadãos do Senegal, da Costa do Marfim, do Haiti e do Irã — todos representados na Copa do Mundo. Embora atletas, membros das delegações e familiares diretos tenham sido contemplados por exceções, a medida não se estendeu aos torcedores que desejavam viajar para acompanhar suas seleções. — A federação fez o possível para que nossos pais ou familiares próximos pudessem estar conosco. Mas é verdade que alguns torcedores não puderam viajar para os Estados Unidos. Acho que cada equipe pode ter seus representantes, então não entendo por que pessoas da África não podem ter os seus — afirmou Koulibaly ao jornal The Athletic. O defensor, que já atuou por Chelsea e Napoli, evitou aprofundar o debate político, mas ressaltou que o futebol deveria ser acessível a todos. — Não quero falar de política. Só quero falar de futebol, aproveitar o futebol. Acho que o futebol é para todos. Espero que a situação fique bem, mas o mais importante é que temos de jogar pelo nosso povo — acrescentou. Apesar das restrições, Senegal contou com apoio de integrantes da diáspora senegalesa residente nos Estados Unidos. A comunidade de origem senegalesa em Nova York, especialmente no bairro do Harlem, marcou presença no estádio e ajudou a amenizar a ausência de torcedores que não conseguiram obter autorização para viajar.