Quando se trata de Copa do Mundo, Donald Trump faz até Vladimir Putin parecer bonzinho.
No Mundial de 2018, a Rússia aboliu a necessidade de visto para quem tinha ingresso. Em 2026, torcedores temem ser barrados na chegada aos Estados Unidos. Um dos melhores árbitros do mundo, o somali Omar Abdulkadir Artan, teve o sonho de trabalhar na Copa destruído ao ter a entrada negada pelo governo norte-americano. A resposta do presidente da Fifa na entrevista coletiva na véspera da abertura? "Relaxem."
É normal que em grandes eventos, como a Copa, problemas no país-sede dominem o noticiário até a competição começar.
Na África do Sul em 2010 e no Brasil em 2014 havia preocupação com segurança e atrasos na construção de estádios. Na Rússia em 2018, com grandes distâncias e hooliganismo. Em 2022, no Qatar, com violações de direitos humanos.
Só que Trump conseguiu criar a lista mais longa de polêmicas dos últimos tempos. Tudo com a bênção de uma instituição conhecida justamente por impor seu livro de regras aos anfitriões –e eles que se virem para cumprir.











