O presidente dos EUA, Donald Trump, queria que o espelho d’água do Memorial Lincoln, em Washington, ficasse impecável. A fotossíntese tinha outros planos.
Dias depois de o governo Trump ter concluído um projeto de US$ 14,2 milhões (R$ 72,1 milhões) para revestir o piso de concreto do espelho d’água com um material impermeabilizante azul-escuro, aglomerados de algas pontilhavam a superfície no domingo (14) e na segunda-feira (15), conferindo a partes do espelho d’água uma tonalidade esverdeada.
O espelho d'água estava reluzente na semana passada, após a obra, que tinha como objetivo resolver dois problemas de longa data —vazamentos e proliferação de algas— antes do 250º aniversário do país. Mas, após vários dias quentes e úmidos, as algas voltaram com força total.
Uma porta-voz do Departamento do Interior, que administra o local, disse que o projeto envolveu a instalação bem-sucedida de um sistema de tratamento de água chamado "nanobubbler". Ela afirmou que as algas desapareceriam em breve.
"Graças à implantação da avançada tecnologia de 'nanobubbler', as algas estão mortas e sendo aspiradas neste exato momento", disse a porta-voz, Katie Martin, por email. "Agradecemos ao presidente Trump por consertar o espelho d'água de vez."










