Depois de tocar os 174.228 pontos, na máxima do dia, logo após a abertura dos negócios, o Ibovespa devolveu a alta e virou para o negativo - dinâmica que se manteve até o término da sessão. Embora o anúncio do acordo preliminar entre EUA e Irã para reabrir o Estreito de Ormuz tenha impulsionado o apetite ao risco inicialmente por aqui, a rotação para ações de tecnologia americanas - com o sucesso dos papéis da SpaceX após a abertura de capital na Nasdaq -, somada à divulgação de pesquisas eleitorais, impediu um movimento mais positivo do índice. O tombo de quase 5% nos preços de petróleo também pesou sobre as ações da Petrobras, o que atuou como mais um vento contrário ao Ibovespa na sessão. Com isso, o índice fechou em queda de 0,42%, aos 170.415 pontos, perto da mínima de 170.351 pontos. Em meio à redução do prêmio de risco geopolítico sobre o petróleo, as ações da Petrobras terminaram nas mínimas do dia. No fim, as PN da petroleira cederam 5,15% enquanto as ON recuaram 5,30%. Bancos também fecharam em sua maioria no negativo, especialmente as PN do Bradesco, que tiveram baixa de 0,84%. Apenas as units do BTG Pactual terminaram com ganhos de 0,97%, juntamente com as ON da Vale, que avançaram 2,51%. Hoje, o volume de negociações do Ibovespa foi de R$ 21,1 bilhões e de R$ 29,2 bilhões na B3. Já em Wall Street, os principais índices dispararam: o Nasdaq subiu 3,07%, o S&P 500 avançou 1,65%, e o Dow Jones ganhou 0,92%.
Ibovespa encerra em queda mesmo após acordo entre EUA e Irã
Petrobras cede mais de 5% com tombo do petróleo e pesa sobre o índice, em meio à rotação dos investidores para ações tech nos EUA








