O farmacêutico Rodrigo Ratochinski, de 28 anos, levou um susto ao saber do acidente que matou uma jovem durante um salto de "rope jump" —um tipo de salto com corda— em Limeira, no interior de São Paulo.

O rope jump é uma atividade radical em que o praticante pula de um lugar elevado com cordas de baixa elasticidade, o que gera um efeito de "pêndulo humano", em um balanço horizontal.

Um mês antes, ele havia feito o mesmo salto, no mesmo local e com o mesmo grupo de instrutores. A experiência aconteceu a convite do irmão, que encontrou a atividade em uma página do Instagram. Cada um pagou R$ 180.

Ratochinski conta que já havia praticado outras atividades de risco, como saltar de paraquedas, e que costuma checar os responsáveis pelas avaliações de clientes e pelas redes sociais.

Neste caso, porém, a página nem sequer pertencia a uma empresa formal, e a atividade não era autorizada no local. Semanas depois da visita dele, o acidente: a polícia prendeu três pessoas envolvidas na operação dos saltos.