Adaptação dos quadrinhos chega aos cinemas no dia 25 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Milly Alcock em evento de 'Supergirl' no Museu do Amanhã, no Rio — Foto: Divulgação / Warner Bros. Pictures RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você A atriz australiana promove o novo longa da DC ao lado do diretor Craig Gillespie. A trama acompanha a jornada de Kara para salvar seu cão Krypto. Durante a visita, Milly Alcock assistiu a um jogo da Copa em Ipanema. Ela também conheceu pontos turísticos como a mureta da Urca e a Cidade do Samba. A comitiva da DC Studios encerrou o fim de semana com um evento para duas mil pessoas no Museu do Amanhã, celebrando a expansão da franquia. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Cerca de um ano após James Gunn, David Corenswet e Rachel Brosnahan visitarem o Rio de Janeiro para o lançamento de "Superman", outra ex-moradora do planeta Krypton aterrissou em terras cariocas. A atriz Milly Alcock está no Brasil ao lado do diretor Craig Gillespie, da roteirista Ana Nogueira (filha de pai brasileiro, como o nome já entrega) e do produtor Peter Safran, co-CEO da DC Studios, para promover "Supergirl". Após compromissos no final de semana, o quarteto de "Supergirl" participou de coletiva para a imprensa na manhã desta segunda-feira (15), no Xian Restaurante, no Centro do Rio, com direito a vista privilegiada para o Pão de Açúcar e a Baía da Guanabara. — Não vim no ano passado e todo mundo me falou que foi incrível. Então, não pude deixar de vir — destaca Safran, todo-poderoso da DC. — Supergirl é uma personagem muito importante para a DC. O público pôde ter um gostinho dela em “Superman” e achamos que era o momento de investir na história dela e dessa super família. O filme acompanha a jornada de Kara, alienígena enviada à Terra após a destruição de sua planeta natal. Ao contrário do primo Clark (Corenswet), ela tem dificuldades para se adaptar à nova casa. Durante um período de farra por planetas com sol vermelho (onde tem seus poderes limitados), ela vê seu cachorro Krypto ser envenenado. A partir daí, ela fará de tudo para recuperar o antídoto antes da morte do doguinho. Conhecida pelo papel da jovem Rhaenyra Targaryen na primeira temporada de "A casa do dragão", Milly, de 26 anos, chegou ao Rio no sábado e desde então cumpriu agitada agenda promocional. Ainda no sábado, ao lado dos colegas de filme, a atriz australiana assistiu ao jogo Brasil x Marrocos, pela Copa do Mundo, no Boteco Boa Praça, na Praia de Ipanema. — A energia dos brasileiros é inigualável. Essa cidade é contaminante. Sentir a energia na rua e nos bares durante o jogo da Copa foi incrível — destaca Alcock. — Colocar o uniforme da Supergirl pela primeira vez foi especial. Vesti um ano antes de filmarmos, quando gravamos a participação em “Supergirl”. Foi muito emocionante. No domingo, a atriz fez um pouco de turismo em meio aos vários compromissos profissionais. Ela visitou a mureta da Urca, bairro em que posou para fotos diante da casa usada como cenário em "Ainda estou aqui". Ainda durante o dia, visitou o clássico bar Garota de Ipanema, onde Tom Jobim e Vinícius de Moraes escreveram a famosa canção, e a Cidade do Samba. Diretor Craig Gillespie, atriz Milly Alcock, produtor Peter Safran e roteirista Ana Nogueira promovem "Supergirl" no Museu do Amanhã, no Rio — Foto: Divulgação / Warner Bros. Pictures Milly e companhia encerraram o final de semana com um evento para fãs no Museu do Amanhã, na Zona Portuária do Rio, onde receberam mais de 2 mil pessoas. Além de Alcock como Supergirl, o filme traz Jason Momoa como Lobo, personagem clássico da DC. — Jason vem batalhando pelo papel de Lobo pelos últimos 15 anos. Ele estava muito entusiasmado para viver o personagem e foi incrível. Quando ele se junta com Supergirl na tela, foi muito divertido de ver. Eles improvisaram muito — conta Gillespie. Filha de pai brasileiro, mas nascida e criada nos Estados Unidos, Nogueira arrisca no português ao destacar que escrever “Supergirl” foi ver “um sonho se tornar realidade”.
No Rio, estrela de 'Supergirl' fala sobre fãs brasileiros e clima de Copa: 'A energia é inigualável', diz Milly Alcock
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