Animação deve arrecadar entre US$ 70 milhões e US$ 80 milhões nos EUA em seu segundo final de semana, à frente dos US$ 40 milhões previstos para a aventura estrelada por Milly Alcock 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Milly Alcock em cena de 'Supergirl' — Foto: Divulgação / Warner Bros. Pictures Nem mesmo os poderes de Krypton foram suficientes para desbancar "Toy Story 5" do topo das bilheterias: a animação deve arrecadar entre US$ 70 milhões e US$ 80 milhões em seu segundo final de semana, elevando sua bilheteria total na América do Norte para quase US$ 300 milhões. Já "Supergirl", que arrecadou US$ 18 milhões nas pré-estreias de quinta-feira e na estreia, no dia seguinte, deve fechar o final de semana com cerca de US$ 40 milhões nos EUA, abaixo das abaixo das previsões iniciais de mais de US$ 50 milhões. No fim de semana anterior, "Toy Story 5" teve a maior estreia doméstica de 2026, com US$ 160 milhões, e alcançou a melhor marca global da franquia, chegando a US$ 312 milhões em todo o mundo. Já o longa estrelado por o longa estrelado por Milly Alcock, orçado em US$ 170 milhões (abaixo dos US$ 225 milhões de "Superman", lançado no ano passado), deve ultrapassar US$ 80 milhões em sua estreia global em 77 mercados internacionais, segundo avaliações da indústria. Repórter do GLOBO entrevista diretor, roteirista e atriz que dá vida à personagem "Supergirl" tem Milly Alcock (a Rhaenyra Targaryen de “A casa do dragão”), como a kryptoniana Kara Zor-El, prima do Homem de Aço, que chega à Terra com seu cão, Krypto. Ao contrário do primo Clark Kent (David Corenswet), a personagem — que já havia uma breve participação em “Superman” (2025) — tem dificuldades de se adaptar à vida na Terra após a destruição de seu planeta natal. Ela, então, passa os dias farreando em diversos cantos do universo, principalmente em planetas com o sol vermelho, em que não tem poderes e pode, entre outras coisas, embebedar-se. Dirigido por Craig Gillespie ("Eu, Tonya"), com roteiro americana da filha de brasileiros Ana Nogueira.O longa traz outros personagens icônicos da DC, como Lobo, interpretado por Jason Momoa (que já havia vivido o Aquaman no DCU). Outra estreia do fim de semana, "Jackass: Último shot de loucura", mais recente filme da franquia baseada em pegadinhas e desafios cômicos estrelada por Johnny Knoxville, deve ficar na terceira posição, com uma arrecadação prevista de US$ 10 milhões na bilheteria doméstica (o que já serviria para cobrir seu orçamento, no mesmo valor). Longo atrás vem o terror "Obsessão", dirigido por Curry Barker, com invejável fôlego em seu sétimo fim de semana, com uma previsão de US$ 9,4 milhões nos últimos três dias, aproximando o longa de uma marca total de US$ 250 milhões. Fechando o Top 5 vem "Dia D", ficção científica dirigida por Steven Spielberg e estrelada por Emily Blunt e Josh O'Connor, que deve chegar a US$ 7,8 milhões em seu terceiro final de semana. Drinques para festejar o papel Assim como sua personagem, Milly contou, em entrevista ao GLOBO, que também festejou tomando uns drinques ao descobrir que interpretaria a super-heroína. Filme 'Supergirl' está previsto para chegar aos cinemas em junho de 2026 — Foto: Divulgação/Warner Bros — Tive uma reunião com Peter Safran (co-CEO da DC Studios) no fim de 2023. Ele me disse que tinha este filme, “Supergirl”. Meses depois, eu estava na Austrália, de volta em casa, e recebi uma ligação pedindo para mandar um teste de vídeo. Fiz isso. Dez dias depois, eu estava em Atlanta, fazendo um outro teste. Uma semana depois, James Gunn (o outro co-CEO) me mandou um Whatsapp com uma reportagem anunciando que o papel era meu — lembra a atriz australiana, de 26 anos, ao GLOBO durante passagem pelo Rio no início do mês. — Literalmente, foi uma mensagem no Whatsapp. Não me ligaram, me pareceu quase sem importância. Estava de volta à Austrália. Recebi a mensagem e falei: legal! Foi empolgante, mas é uma coisa assustadora. Então, comprei a champanhe mais barata do mercado e fiquei bêbada com minhas amigas.
Nem superpoderes são páreos contra 'Toy Story 5', e 'Supergirl' estreia em segundo na bilheteria
Animação deve arrecadar entre US$ 70 milhões e US$ 80 milhões nos EUA em seu segundo final de semana, à frente dos US$ 40 milhões previstos para a aventura estrelada por Milly Alcock










