Equipamento usado por Maria Eduarda Rodrigues para registrar a experiência não foi localizado pela polícia; relato foi feito por homem que aguardava para saltar 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Mulher é lançada em rope jump, mas sem cordas, no interior de SP — Foto: Redes Sociais RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 15/06/2026 - 09:23 Câmera desaparecida é peça-chave em investigação de morte em "rope jump" em Limeira, SP. Uma testemunha relatou ter visto um funcionário remover a câmera de ação de Maria Eduarda Rodrigues, que morreu após um salto de "rope jump" sem cordas em Limeira, SP. O equipamento, que não foi encontrado pela polícia, é crucial para a investigação. A jovem pagou R$ 180 pelo salto e três instrutores foram presos por negligência. A polícia investiga o desaparecimento da câmera e outras irregularidades no caso. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Uma testemunha afirmou ter visto um dos funcionários responsáveis pela operação de “rope jump” retirar a câmera de ação usada por Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, logo após a queda que provocou sua morte em Limeira, no interior de São Paulo. O equipamento, que a jovem utilizava para registrar o salto, não foi encontrado pela polícia e passou a integrar a investigação do caso. O relato foi feito pelo coordenador pedagógico Rafael Goulard, que aguardava na fila para participar da atividade quando presenciou o acidente. Maria Eduarda morreu no último sábado após ser lançada de uma plataforma de cerca de 40 metros de altura sem estar presa às cordas de segurança. — A primeira cena que eu lembro foi ver um dos funcionários tirando a alça do pescoço, do corpo que já estava no chão, a câmera da GoPro. Preocupado com o equipamento, para esconder provas ou preocupado com o valor financeiro — declarou Goulard à EPTV, afiliada da TV Globo. Câmera desaparecida Segundo o boletim de ocorrência, a vítima utilizava uma câmera de ação para filmar toda a experiência. A autoridade policial registrou que, após análise das imagens disponíveis, foi possível confirmar o uso do equipamento no momento do salto. Questionados sobre o paradeiro da câmera, os funcionários abordados pela polícia afirmaram não saber onde ela estava. Buscas foram realizadas na área do acidente, mas o item não foi localizado. Goulard também afirmou que os responsáveis pela atividade não prestaram esclarecimentos aos clientes após a queda e pareciam desorientados. — Estavam em estado catatônico. Não sei se sem entender o que tinham feito ou simplesmente preocupados em se esconder ou fugir — disse. A testemunha relatou ainda ter visto funcionários recolhendo equipamentos e os levando para um carro após o acidente. Segundo ele, algumas pessoas também teriam trocado de roupa no local. Goulard afirmou que comunicou a movimentação a um policial, que determinou que os integrantes da equipe permanecessem na área. O caso é investigado pela Polícia Civil. Três instrutores foram presos e tiveram a prisão convertida em preventiva após admitirem que esqueceram de prender as cordas de segurança antes do salto. A polícia apura agora, entre outros pontos, o desaparecimento da câmera utilizada por Maria Eduarda para registrar a atividade.