Maria Eduarda Rodrigues desembolsou também mais R$150 para registrar a experiência com câmera 360°; equipamento desapareceu após o acidente 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Mulher é lançada em rope jump, mas sem cordas, no interior de SP — Foto: Redes Sociais RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 15/06/2026 - 08:05 Morte em 'rope jump' em Limeira: jovem não estava presa às cordas de segurança Maria Eduarda Rodrigues, de 21 anos, morreu em um salto de "rope jump" na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP), após não estar presa às cordas de segurança. Ela pagou R$ 330 pela experiência, incluindo R$ 150 para filmar com uma câmera 360°, que desapareceu após o acidente. Três instrutores foram presos, acusados de homicídio, alegando "apagão" durante os preparativos. A polícia investiga o desaparecimento da câmera. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Maria Eduarda Rodrigues, de 21 anos, pagou R$ 330 para participar do salto de “rope jump” que terminou em sua morte na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP), nesta sábado. Segundo a investigação, a jovem desembolsou R$ 180 pela atividade e outros R$ 150 para registrar a experiência com uma câmera 360 graus. No entanto, ela foi lançada de uma altura de cerca de 40 metros sem estar conectada às cordas de segurança, em um acidente que levou à prisão preventiva de três instrutores. A apuração da Polícia Civil indica que Maria Eduarda segurava a câmera no momento do salto. O equipamento, porém, não foi localizado pelos investigadores após a queda. Imagens gravadas por testemunhas mostram a jovem sendo carregada por três homens até a plataforma e lançada na modalidade conhecida como “aviãozinho”. Em seguida, pessoas que acompanhavam a atividade percebem que ela não estava presa às cordas e gritam em desespero. Equipes do Samu e do Corpo de Bombeiros constataram a morte ainda no local. Os instrutores Luis Felipe Feliciano Egoroff, Vitor de Freitas Gonçalves e Maicon Fernandes Cintra foram presos sob acusação de homicídio com dolo eventual. Em depoimento, dois deles afirmaram ter sofrido um “apagão” durante os preparativos do salto e não souberam explicar em que momento deixaram de prender as cordas. — Dois deles disseram que ficam responsáveis por amarrar as cordas, só que na hora tiveram um apagão. Eles disseram que não conseguem se recordar onde e quando ocorreu a falha. Eram duas cordas que deveriam ter sido colocadas, e não foi colocada nenhuma. Em um esporte de risco desse, era para terem checado três vezes — afirmou ao GLOBO a delegada Andréa Dantas Levy. Câmera desaparecida é alvo da investigação De acordo com a polícia, o desaparecimento da câmera 360 graus passou a integrar a investigação. O aparelho aparece nas mãos da vítima momentos antes da queda, mas não foi encontrado durante as buscas realizadas após o acidente. Moradora de Jandira, na Grande São Paulo, Maria Eduarda era formada em Educação Física e Gestão Esportiva e trabalhava em uma academia. Horas antes do salto, publicou nas redes sociais uma mensagem em tom de brincadeira: “Quem foi o doido que deixou eu vir pular de uma ponte?”. O acidente ocorreu na manhã de sábado, em uma estrutura abandonada que se tornou ponto informal para atividades de aventura e que já registra histórico recente de acidentes graves.
Jovem lançada sem cordas de ponte em SP pagou R$ 180 por salto que terminou em tragédia
Maria Eduarda Rodrigues desembolsou também mais R$150 para registrar a experiência com câmera 360°; equipamento desapareceu após o acidente















