rã estreia na Copa do Mundo contra a Nova Zelândia em Los Angeles, que abriga a diáspora iraniana mais numerosa do mundo 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Uma mulher passa por um painel exibindo a bandeira nacional do Irã na Praça Enghelab, em Teerã — Foto: AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 14/06/2026 - 09:02 Presidente da Federação Iraniana pede respeito à bandeira na Copa 2026 O presidente da Federação Iraniana de Futebol, Mehdi Taj, afirmou que a Fifa deve garantir o respeito à bandeira iraniana durante a Copa do Mundo de 2026. O Irã estreia contra a Nova Zelândia em Los Angeles, local com grande diáspora iraniana, em meio a protestos planejados com a bandeira pré-Revolução Islâmica. O regulamento da Fifa proíbe símbolos políticos, mas a aplicação é incerta. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A seleção iraniana exige que sua bandeira seja respeitada durante a Copa do Mundo de 2026 e afirma que cabe à Fifa garantir o respeito ao símbolo nacional, afirmou o presidente da Federação Iraniana de Futebol, Mehdi Taj, a poucos dias da estreia do país no torneio, em uma partida que promete ser tensa em Los Angeles. "A Fifa é responsável, segundo os protocolos", lembrou Taj, ao ser questionado sobre o tema pela AFP durante um treino da equipe no sábado em Tijuana, México. "Um dos protocolos estipula que a bandeira oficial de um país deve estar presente no estádio", acrescentou. O Irã estreia na Copa do Mundo contra a Nova Zelândia em Los Angeles, que abriga a diáspora iraniana mais numerosa do mundo, e grande parte dela se opõe à República Islâmica. Várias organizações pretendem protestar na segunda-feira nos arredores do estádio, exibindo a bandeira iraniana anterior à Revolução Islâmica (1979), quando o estandarte era verde, branco e vermelho com um leão e um sol. Alguns manifestantes podem entrar no estádio e vaiar o hino iraniano, como aconteceu no Mundial do Catar-2022. Teerã advertiu esta semana que isso seria inaceitável. O ministro do Esporte do Irã, Ahmad Donyamali, afirmou que o país pretende observar especialmente "bandeiras e palavras de ordem", ameaçando interromper a partida em caso de exibição de símbolos hostis à República Islâmica. O regulamento da Fifa proíbe qualquer acessório de "natureza política" nos estádios, mas sua aplicação não foi uniforme em torneios anteriores, e ninguém sabe como serão tratados os opositores com ingressos. "Comunicamos a bandeira oficial de nosso país à Fifa, que está se esforçando para resolver os problemas e tem se mostrado cooperativa", acrescentou Taj. "Conseguiu resolver alguns problemas, enquanto outros continuam pendentes. Esperamos que as condições melhorem no futuro", declarou.