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A palavra “saudade” começou como um mistério para o sueco Henrik Brandão Jönsson. Ainda se lembra da primeira vez que a ouviu: estava numa loja de discos no Rossio, em Lisboa, na década de 1990, quando começou a tocar Sodade, de Cesária Évora. A canção mexeu com ele. “Reconheci o sentimento, mas não sabia o que queria dizer a palavra”, recorda ao Ípsilon. Ninguém conseguia traduzir bem. “Todo o mundo começou a tentar explicar a palavra e começou a falar muito. Que palavra é essa que tem tanto conteúdo assim?”, questionou-se. Desde então, nunca deixou de sentir curiosidade por “essa palavra tão poética”.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.
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14 de Junho de 2026







