Eu, feminista, filiada ao PSOL e militante; ele, apaixonado por armas, instrutor de clube de tiro e orgulhoso de suas convicções. Nos apaixonamos intensa e sinceramente. Conversamos, negociamos limites e tentamos. Houve respeito, admiração e desejo, mas as diferenças passaram a atravessar escolhas, projetos e o lugar de cada um no mundo. Foi a minha pior experiência amorosa, pois não terminamos por falta de amor: aprendi da forma mais dura que ele, sozinho, não basta.

Catarina Buendia (São Paulo, SP)

Tive uma namorada que gostava de ser o centro das atenções. Aprendi a não me apagar, a ver que há gente legal no mundo e que cada um tem sua tampa da panela.

Edson Passo (Campos do Jordão, SP)

A minha última experiência foi a pior, mas me ensinou a não me entregar tanto.