A Prefeitura de Limeira anunciou neste sábado (13) que irá processar o Governo Federal pela suposta omissão com a Ponte do Esqueleto, na divisa do município com Cordeirópolis, no interior de São Paulo. Um mulher morreu nesta manhã após ser lançada por instrutores de "rope jump" (salto com corda) sem equipamento de segurança.
Em comunicado, o município afirmou que tem tomado medidas administrativas e cobrado providências da União desde o ano passado, assim como defendeu o controle de acesso no local. "A tragédia [...] torna insustentável e inaceitável a continuidade dessa omissão", apontou nota, em nome do prefeito Murilo Félix (Podemos).
A ponte fica em área rural, nas proximidades da rodovia dos Bandeirantes. Foi construída há décadas, para uma ferrovia não implantada. Construída em área particular, a estrutura era da extinta RFFSA (Rede Ferroviária Federal S.A.), cujo patrimônio está em processo de integração ao da União.
Em 2024, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos chegou a solicitar o bloqueio de acesso e sinalização de perigo à prefeitura após a morte de uma ciclista. Atividades no local foram posteriormente retomadas.
A reportagem procurou o ministério na tarde deste sábado pelo email institucional e por meio dos telefones da coordenadora e de outra integrante do setor de imprensa, mas não houve resposta até a publicação deste texto.












