Os parques municipais da cidade são espaços de convivência, lazer, preservação ambiental e qualidade de vida. É para aprimorar a experiência de quem os frequenta e garantir melhores condições de zeladoria que a Prefeitura de São Paulo propõe o projeto que levará pontos de alimentação a parques da cidade.
Antes de qualquer coisa, é preciso dizer o que é essa proposta. O foco é o aprimoramento da gestão dos parques municipais. Estamos falando de pequenos pontos de apoio de alimentação —quiosques, carrinhos e restaurantes em estruturas já existentes—, com área entre 15 e 20 metros quadrados, operados prioritariamente por microempreendedores locais, sob fiscalização permanente da Secretaria do Verde e Meio Ambiente.
A proposta vem sendo discutida há cerca de dez anos, em busca de uma forma de torná-la viável. Após o êxito dos polos gastronômicos nos equipamentos culturais, foi feito um longo trabalho de adaptação aos parques municipais.
Além disso, o projeto Viva o Verde SP, parceria entre a Prefeitura de São Paulo e o Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat), avaliou mais de cem parques nos últimos três anos e concluiu que espaços bem geridos precisam ser tratados como ativos públicos, com mecanismos que os tornem financeiramente autossuficientes com receitas vinculadas ao próprio território. A proposta de pontos de alimentação nos parques está em plena consonância com essas recomendações.













