Espectáculos, exposições, ciclos de cinema, festivais, festas populares e outros lugares. Se acontece, está na Soko. Ou, pelo menos, é esse o objectivo. Disponível desde 8 de Junho, chegou para revolucionar a descoberta do lazer local e “revelar os melhores sítios, eventos e experiências, sem o ruído das redes sociais”. Já reúne para cima de um milhar de eventos que, de outra forma, estariam dispersos por “sites, redes sociais ou até cartazes de rua”, anuncia a nota de imprensa.Quando comparada com outras agendas online, a Soko tem uma das suas características distintivas na facilidade de carregar a informação. A fotografia de um cartaz, por exemplo, é suficiente para criar um evento. Esta ligação aos utilizadores é essencial para uma app que “revela o que acontece na cidade através das pessoas que lá vivem”. Habitantes, comunidades, organizações e negócios locais são chamados a contribuir directamente para a plataforma, fornecendo os dados dos eventos que pretendem divulgar.Do outro lado do ecrã está um utilizador que pode contar com “uma navegação imediata, pesquisável e personalizada” — cortesia da inteligência artificial, que não só agrega as diferentes propostas como as organiza à medida das preferências de cada um, a cada momento, permitindo que “cada pessoa construa o seu próprio mapa cultural e social da cidade”.
Alimentada por humanos, agregada por IA: Soko, a nova app para desfrutar da cidade
“Menos scroll, mais vida local” é o lema da aplicação recém-lançada. Criada por portugueses, já está a divulgar centenas de eventos só em Lisboa (por enquanto).
Soko agrega 1.000+ eventos locais via crowdsourcing + IA personalizada, lançada 8 de junho por João Albino e João Graça. Padrão IA + UGC para local discovery—trend em information curation; escalabilidade validada com pilotos em Rio de Janeiro.







