Reforma do arcabouço ajudaria a aproveitar melhor pico de receita por vir Bráulio Borges: “Nem sempre ter recurso natural é uma maldição; pode ser uma benção, se tiver mecanismos que permitam usá-los de maneira mais produtiva” — Foto: Ana Carolina Negri/Valor O Brasil precisa reformar o seu arcabouço fiscal, de olho no longo prazo, para dar um tratamento mais adequado às receitas do petróleo, antes que o pico de produção do pré-sal atual seja atingido e que novas produções, se for o caso, se iniciem. É o que defendem os pesquisadores Bráulio Borges, Manoel Pires e Samuel Pessôa, do Instituto Brasileiro de Economia (FGV Ibre), em apresentação ao Valor.
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