O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, em reunião extraordinária nesta quinta-feira (11), uma resolução que define as condições de financiamento da segurança pública com recursos do Fundo Nacional de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS). O Comitê Gestor do Fundo Nacional de Investimento em Infraestrutura Social destinou R$ 10 bilhões voltados para o "equilíbrio regional", com apoio financeiro na modalidade reembolsável, previsto na Lei Orçamentária de 2026. Os recursos serão aplicados de acordo com a normatização e critérios de seleção do comitê gestor. O fundo já era utilizado para financiar investimentos em infraestrutura social para educação e saúde. A adição da segurança pública significa um “avanço na infraestrutura estratégica”, que tem impacto direto nos indicadores sociais e econômicos do país, segundo o Ministério da Fazenda. Os recursos serão priorizados, segundo a nota, a entes com vulnerabilidade socioeconômica e em aderência à Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social. A taxa de financiamento será de 4,0% ao ano (a.a) para operações com prazo de reembolso de até 10 anos, e de 6% a.a. para operações acima de 10 anos, observando o teto de 20 anos. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é o agente financeiro do fundo e pode credenciar outras instituições. Os tomadores são pessoas jurídicas de direito público. O prazo de reembolso vai até 20 anos, com até 24 meses de carência.
CMN define condições de financiamento da segurança pública com recursos do FIIS
Fundo já financiava investimentos em infraestrutura social para educação e saúde; segundo a Fazenda, adição da segurança pública significa “avanço na infraestrutura estratégica”
CMN aprova R$ 10 bilhões para segurança pública via FIIS, taxa 4-6% a.a., prazo até 20 anos. Sinaliza investimento público em infraestruturas críticas, oportunidade para modernização digital e cybersecurity nos sistemas de segurança estatal.








