Parte do mercado defende continuar o corte na próxima semana e sinalizar a busca da meta num intervalo mais longo — Foto: iStock/Getty Images Meus textos de 25 de março e de 8 de abril nesta coluna sobre as decisões monetárias de março e abril alertavam que o Copom adotara, ao contrário do que sugeriam seus documentos, visão otimista sobre a duração e a magnitude do conflito no Oriente Médio. Argumentei que iniciar o afrouxamento monetário em março embutia um risco relevante. A decisão mais apropriada teria sido manter a taxa Selic em 15% por período mais prolongado, diante de expectativas desancoradas há muito tempo, mercado de trabalho apertado e atividade resiliente.
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