Desejamos um sistema que preserve a empresa ou um modelo voltado à satisfação imediata de credores selecionados? A resposta definirá o futuro da ordem econômica brasileira O Brasil atravessa uma crise silenciosa de insolvência empresarial. O ano de 2025 encerrou com 5.680 empresas em recuperação judicial - uma alta de 24,3% em relação a 2024. Somente no ano passado, 1.665 novos pedidos foram protocolados, um salto de 35,2%. Mais alarmante, porém, é o índice de negócios que sucumbem à falência após tentarem a recuperação: 37%, patamar recorde frente à média histórica de 20%. Essa é a crise que ecoa na imprensa. A silenciosa, por sua vez, sussurra nas engrenagens do próprio sistema de insolvência brasileiro.

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